Veja como as redes sociais baseadas em geolocalização, Foursquare e Gowalla, funcionam e porque poucas pessoas usam seus recursos no Brasil.
Primeiro foi o Orkut. Depois, vieram Facebook e Twitter. Agora, a nova tendência são as redes sociais vinculadas à localização geográfica das pessoas. Foursquare e Gowalla, seu concorrente mais próximo, fazem parte dessa tendência. Depois de se cadastrar, o usuário adiciona os amigos, assim como faz nas redes sociais mais populares. A diferença é um aplicativo para smartphone, que o internauta usará para fazer check-in, ou seja, se registrar em lugares.Nos últimos meses, no entanto, Castelo passou a se preocupar com isso, só quando sente fome ou tem um espaço livre na agenda. Na hora, ele consulta o Foursquare quais os lugares próximos, as dicas de outros usuários sobre os locais e se algum amigo está por perto. “Agora, o Foursquare é a minha principal fonte de informação”, diz Castelo.
Apesar de ainda estar somente em inglês, o aplicativo do Foursquare é fácil de usar. Além de fazer check-in, o usuário pode acompanhar a localização de seus amigos, nomear novos locais e registrar dicas.
A característica de game, no entanto, é o que chama mais a atenção dos usuários. Quem faz a maior quantidade de check-ins se torna o prefeito (mayor) do local, um restaurante, uma balada ou mesmo um local de trabalho. Os amigos podem competir para se tornarem prefeitos, por exemplo, dos locais mais badalados da cidade.
“A ferramenta mexe com o ego digital das pessoas, pois todo mundo quer ser o mais destacado no local”, diz Rafael Siqueira, diretor técnico do site Apontador. Algumas empresas, inclusive, oferecem vantagens exclusivas aos prefeitos.
Fonte: tecnologia.ig.com.br/
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Façam qualquer comentário relacionado ao assunto, e por favor, não utilizem palavras de baixo calão.