O smartphone pesa 131 gramas, tem tamanho semelhante ao de um iPhone, mas com proteções de borracha nas bordas para os menos cuidadosos. O i1 tem processador de 500 MHz e tela sensível a toque de 480 x 320 pixels, com 256 mil cores HVGA .
A navegação pode ser feita com os dedos ou usando o botão na parte frontal do aparelho. Próximo a ele também estão localizadas quatro teclas de atalho, bastante comuns em aparelhos com Android.
Outro ponto forte do i1 é a câmera de 5 megapixels acompanhada de flash de LED, que dá conta de registrar cenas em locais de pouca luminosidade. Fotos e filmes podem ser armazenados no cartão micro SD de 8GB (expansível a 32GB), ou na memória interna, de 260MB. Se mesmo assim faltar espaço, você pode transferir arquivos para o computador com cabo USB, através de Bluetooth ou usando conexão Wi-Fi.
Para dar conta das tarefas do escritório, o i1 vem com programas básicos para visualizar arquivos Excel, Word e PDF. O navegador padrão é o Opera 5, que lê animações em Flash.
Para os que têm dificuldade em se acostumar ao teclado virtual, o i1 dispõe da tecnologia Swype, que prevê as possíveis palavras que o usuário deseja digitar. Contudo, em vez de tocar cada tecla, pode-se deslizar o dedo pelo teclado, formando a palavra desejada. Segundo o fabricante, o recurso pode reduzir o tempo de digitação em até 30%.
Com tantas funcionalidades disponíveis, a bateria acaba sendo o ponto fraco do smartphone. De acordo com a Motorola, ela dura 210 horas no modo conversação e até 100 horas em modo espera. Entranto, como o Android permite abrir vários programas ao mesmo tempo, a bateria pode se esvair em pouco tempo. Nos testes, a duração ficou em torno de um dia, sempre pedindo uma recarga diária.
O Motorola i1 custa a partir de R$999, preço para os assinantes de planos de dados ilimitado, os mais caros.
Fonte: odia.terra.com.br/portal/digital/
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